Imagina um homem como eu (Filarmónica Gil)

Imagina um homem como eu, que não eu
Homem como eu, magro e grisalho
Desses que até um véu dá de agasalho, que não eu
Mas um homem como eu, que ama
A fragilidade da lua, e a tristeza das flores,
De todas as flores por causa tua
Podes tentar, podes tentar, podes tentar
Imagina um homem como eu, que não eu
Que ama com as mãos, e com a voz,
E meu Deus, como são as tuas mãos,
São as mãos, que todos nós,
Os homens como eu,
Beijamos só de olhar,
Olhamos só de amar,
As mãos
Da mulher amada,
São de ficar de mão dada
Comer um gelado
Olhando o céu, dos pardais
Que não eu
Que sou dos tais,
Tão difíceis de gostar
Mas um homem como eu,
Feito só de imaginar, que não eu
Que não eu
Imagina um homem como eu, que não eu
Mas um homem que de seu,
Tem um medo inicial
Das corrida das crianças
E o vermelho facial
Das primeiras danças a dois
Quando sorris
Mas que depois se deixa sempre levar
Por tudo o que tu lhe dás.
Vá diz
Amar um homem como eu,
Eras capaz, eras capaz, eras capaz
Eras capaz, eras capaz, eras capaz
Eras capaz, podes tentar,
Eras capaz, podes tentar
Eras capaz
Eras capaz, eras capaz, eras capaz
ps: Coloquei aqui esta letra porque descreve muito do que sou. Pelo menos foi o que a Sarita disse ;).

2 Comments:
Se ela disse, é lei :) e já agora sim, sou capaz...
Ainda bem que ambos somos capazes... de amar :)
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